Os Gêmeos

15 de dezembro de 2009

Momentos Inspiração 2

Numa corrente uma argola puxa a outra e nesses laços de força alguma coisa se aproxima... ou se distancia até não haver mais força... ...então guarde a corrente!

Estava observando o amor. O meu amor, o amor do outro o amor da outra,
amores.
É um direito meu de pensar: as pessoas fazem mau uso do amor. Não do
sentimento, mas do verbo "amar" ou do sujeito "amor".
Ao ponto de torná-los triviais; mais ou menos assim: "mamãe ensinou a
dar 'bom dia' para a professora assim que entrar na sala de aula!" E ai, se estou
com alguém eu digo: "Eu te amo!" baseado nos mesmos principios, porque alguém
disse que tinha que ser assim.
"Não! Não! eu tenho que dizer que a(o) amo porque senão ela (ele) não vai
entender meu sentimento!" Puxa... existe algo com mais teor de obrigatoriedade
do que isso?
Conveniência. Obrigatoriedade. Ou o que for.
Amor ele existe. Está ali. E por si só tem a força necessária para tirar,
até do mais ogro dos seres, as palavras "eu te amo".

Aliás, quando tais
palavras são realmente proferidas pelo "AMOR" soam como se fossem uma única
palavra "euteamo", pois é esse o efeito do amor: "união".
Por isso não se cobra amor, se sente. Prefiro esperar para ouvir "Euteamo"
do que ouvir a toda hora "eu te amo!"
Mas enfim, quando ouvir "euteamo" a última coisa que vou pensar é
filosofar sobre o amor.

Afinal, prefiro viver de amor a viver de filosofia.




...
Ah... pensaram que esqueci da corrente? Nada (risos).
"Euteamo" ...cria-se forças e aproximam.
"Eu te amo!"... bom, isso você define para a sua vida!

by
Acaso!

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O que não dá pra evitar, e não se pode escolher..."